Cantor e compositor, Camillo utiliza sempre o piano para elaborar suas canções
Já está nas plataformas o novo álbum do cantor e compositor Claudio Camillo, que apresenta proposta bem intimista, misturando texturas acústicas com reflexões poéticas. As oito músicas são de autoria dele e focadas na MPB contemporânea. O trabalho consolida a identidade do artista como um contador de histórias através da música. O álbum está disponível nas plataformas digitais, como Spotfy, por exemplo. Basta colocar o nome Claudio Camillo e acessar as músicas.
Trajetória ultrapassa três décadas
Com mais de 30 anos na música, o carioca da Ilha do Governador, que se criou e morou por muito tempo em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, tem mais de mais de 50 músicas gravadas e fez seu primeiro show na carreira no teatro ABEU, em Bel. “Gravo todos os álbuns em um estúdio na minha casa. Meu projeto é disponibilizar nas plataformas para facilitar a vida das pessoas, possibilitando que elas ouçam as músicas”, resumiu Camillo.
‘Cantar é um dom que Deus me deu’
Fã de Gilberto Gil, Tibério Gaspar, Márcio Borges, João Bosco, Tom Jobim, Ivan Lins, Djavan, Cole Porter e Burt Bacharach, Cláudio toca violão, mas usa o piano para compor e gravar. “Estudei canto com Nina Pancewsky (fonoaudióloga com mais de 40 anos de carreira, que já acompanhou artistas como Xuxa, Raul Seixas, Tim Maia, Martinho da Vila, Milton Nascimento, Sandy & Júnior, entre outros) e Analu Paredes (cantora, violonista e fonoaudióloga, que participou de discos do performático Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Kleiton & Kledir e Jane Duboc). Creio que cantar é um dom que Deus me deu”, acentuou.
Vencedor de festival na TV em Mato Grosso do Sul
Ao longo de sua vida e andanças, Camillo já participou de diversos eventos pelo país afora. “Participei de vários festivais em Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia … No Rio de Janeiro foram vários – SESC, SESI, Universidade Santa Úrsula, Hélio Alonso, UERJ, para citar alguns. Ganhei como compositor, em parceria com Mara Duboc (prima da cantora Jane Duboc) um festival na TV Morena, (Globo de Mato Grosso do Sul) nos anos 1980”, finalizou.
Destaques do álbum Índigo
Composto por 8 faixas, o álbum se desenvolve como uma narrativa de viagem e transformação. Algumas músicas se destacam imediatamente.
>> “Butterfly” e “Grande”, logo na abertura, mostram a sensibilidade lírica da obra, preparando o ouvinte para o mergulho emocional.
>> “Anjo Vândalo” – Uma das faixas mais intrigantes em termos de composição e entrega vocal.
>> “Chove” e “Arde” funcionam quase como contraponto climático dentro do disco. Trabalham elementos da natureza como metáforas para sentimentos internos.
>> “Tempo de Seguir Viagem” é o encerramento perfeito. Passa uma sensação de calmaria, desapego e continuidade, amarrando muito bem o conceito de “Índigo” (foto).

Informações: Clébio Luiz – Assessoria de imprensa
Fotos: Divulgação
Edição: Jota Carvalho, O Velho Escriba
jota.carvalho@yahoo.com












































































